No caderno de campo é possível inserir toda a identificação do manejo e da nutrição fitossanitário da planta até o lote do produto a ser vendido nos supermercados, feiras e sacolões de todo o país, o que facilita toda a rastreabilidade exigida pela legislação.

Embora alguns produtores ainda utilizem sistemas manuais, Bárbara Mangiaterra, CEO da Eattae, startup que possui soluções de rastreabilidade completa, afirma que a inclusão digital é uma realidade para os produtores de todo o país. Dados do último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 1,5 milhão de produtores rurais acessam dados por meio de dispositivos eletrônicos, número 1.900% superior ao de 10 anos atrás, o que revela a crescente adesão às soluções digitais. E os celulares que já estão presentes no cotidiano dos produtores, podem ser utilizados nas lavouras para esta finalidade.

Bárbara elenca algumas vantagens para o uso de sistemas digitais:

– Armazenamento na nuvem: todos os dados registrados pelo produtor ficam armazenados na nuvem, em servidores seguros;

– Dados rápidos: as informações chegam de forma ágil e segura para o mercado comprador;

– Assinatura digital e ampliação de chances de crescimento do negócio: se o produtor garantir informações confiáveis sobre a origem dos seus alimentos em grandes redes de supermercado, a chance da empresa prosperar será ainda maior.

– Manter a competitividade no mercado: o produtor que utiliza sistemas eletrônicos para lançar as informações ganha mais agilidade em tomadas de decisões. Desta forma, consegue se manter no mercado de forma ainda mais competitiva.

“Os sistemas devem ser sempre acessíveis aos produtores e as informações nos cadernos de campo devem acessadas em poucos cliques. A ideia é facilitar o dia a dia do produtor e excluir planilhas, anotações e papéis”, conta Bárbara.

Fonte: Assessoria de imprensa