Na Fazenda Santa Elisa do Instituto Agronômico (IAC), nasce boa parte das sementes de diversas culturas que formam os campos em diferentes estados brasileiros.

O IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, produz as sementes genéticas das cultivares de plantas agrícolas desenvolvidas no Instituto, como arroz, feijão, trigo, milho, milho-pipoca, triticale, aveia, amendoim e tantas outras e as transfere para os setores de produção.

O caminho que leva a ciência e a tecnologia aos campos e as traz de volta às cidades na forma de produtos e serviços é pavimentado por competência científica e investimentos no setor de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Ano a ano, o Instituto produz cerca de 500 toneladas de sementes genéticas. “Embora este número pareça baixo, o resultado final é grande porque a semente genética ainda será multiplicada outras cinco vezes; entregamos a primeira geração às empresas de multiplicação e estas vão multiplicar e repassar aos agricultores”, explica Alisson Fernando Chiorato, pesquisador do IAC, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).

A semente genética é considerada pelos especialistas como condição para obter bom desempenho na agricultura.

Fonte: comunicacao@iac.sp.gov.br